| 
Coleção
José Valério
Série: Fotografias
Gênero: Iconográfico
Subgênero: Fotografia
Data: 00/00/1933
Palavras Chaves:
José Valério, Divinópolis, Felix Fernandes, Pio barbeiro, Halim Souki, Deolino de Oliveira, Dona Cininha, Dona Venesa, Dona Didi Guimarães, Dona Oráide; Salim Aires, Dona Henriqueta Ferreira, Manoel Bigode, Joaquim Bigode, Pedro Gontijo, Alonso Epifânio, Zacarias Guimarães, Doutor Sebastião, Doutor Oswaldo, Isauro Ferreira da Silva, Doutor Zózimo, Latife, João Notini, Dona Odete, Jovelino Rabelo, Camilo Rinaldi, Senhor Máximo, Porto Velho, rio Itapecerica, residências, Avenida Antônio Olímpio de Morais, rua São Paulo, prédio da prefeitura, Escola Normal Mário Casassanta, convento Santo Antônio, mobiliadoras, rua Minas Gerais, Avenida 21 de abril, Loja Maçônica, grupo escolar Padre Matias Lobato, Avenida 1° de junho, lojas, barbearia, capela provisória, Santuário de Santo Antônio, praça municipal, rua Rio de Janeiro, Igreja Batista, Edifício Costa Rangel, Avenida Getúlio Vargas, Colégio Batista, caixa d’água, Campo do Guarani, Avenida 7 de setembro, Grêmio literário Xavier Gontijo, Tiro
Conteúdo:
Fotografia da vista parcial da parte nova da cidade, retirada em 1933, a qual abrange o bairro Porto Velho em cima do barranco do rio Itapecerica. Na imagem em questão, José Valério aponta alguns pontos importantes da cidade, como as residências do ferroviário Felix Fernandes e a do Pio barbeiro, ambas na atual Avenida Antônio Olímpio de Morais; além da casa do Senhor Halim Souki, na rua São Paulo; o prédio da prefeitura, que posteriormente começou a funcionar a Escola Normal Mário Casassanta. Foi mencionado o convento Santo Antônio, construído em 1925, localizado na rua Minas Gerais, esquina com a Avenida 21 de abril; a casa do Senhor Deolino de Oliveira e sua esposa Dona Cininha, pais da Dona Venesa, Dona Didi Guimarães e Dona Oráide; a Loja Maçônica, na rua São Paulo; o grupo escolar Padre Matias Lobato na Avenida 1° de junho, inaugurado em 1917; a casa onde foi a barbearia do Salim Aires na rua São Paulo, esquina com a Avenida Antônio Olímpio de Morais; a casa da Dona Henriqueta Ferreira, professora e irmã do Senhor Manoel Bigode e do Senhor Joaquim Bigode. Referiu-se também, a capela provisória, ao lado de onde ia ser construído o Santuário de Santo Antônio; a praça municipal entre as ruas São Paulo e Rio de Janeiro; a Avenida 1° de junho e a atual Antônio Olímpio de Morais, loteada e vendida pelo Senhor Pedro Gontijo que a tomou por meios ilícitos da paróquia do Divino Espírito Santo; a Igreja Batista, inaugurada em 30 de abril de 1920, demolida para a construção do Edifício Costa Rangel; a casa do Senhor Alonso Epifânio na rua Rio de Janeiro, esquina com a Avenida Getúlio Vargas; o Colégio Batista, localizado na Avenida Antônio Olímpio de Morais. Foi citado a caixa d’água ao lado do Campo do Guarani, no prosseguimento da rua São Paulo, pouco afastado da atual Avenida 7 de setembro; o Grêmio Literário Xavier Gontijo, que cedeu lugar ao Tiro de Guerra e posteriormente ao Edifício Frei Mariano; o Fórum e a Cadeia Pública, na praça Benedito Valadares, inaugurado em 15 de março de 1925; o prédio onde foi cinema, casa do Senhor Zacarias Guimarães, pai do Doutor Sebastião, depois passou a ser a loja “Leão da Esquina” e posteriormente virou uma padaria. Indicou-se também o Hotel Machado, ao lado do telhado do Grande Hotel; a loja “Leão da Esquina; a casa do Doutor Oswaldo, onde foi assassinado o prefeito Isauro Ferreira da Silva, no dia 27 de julho de 1922, e morou também o Doutor Zózimo; a casa a onde foi instalada a mobiliadora do saudoso libanês Latife, que depois da mudança de proprietário passou a se chamar Mobiliadora Tupi; a casa do Senhor João Notini e da sua esposa Dona Odete; local a onde hoje se encontra o Santuário de Santo Antônio. Além disso, José Valério destacou as casas que se localizavam próximo à antiga praça da estação, que atualmente é a praça Pedro Xavier Santiago. Nesta época a Avenida Getúlio Vargas chamava-se Avenida Ipiranga, e a Antônio Olímpio de Morais era a Avenida Independência; a capela de Santo Antônio foi inaugurada no dia 7 de setembro, e as obras do Santuário foram iniciadas em 1931; na Avenida Getúlio Vargas esquina com a rua São Paulo havia uma loja comercial pertencente aos senhores Jovelino Rabelo, Camilo Rinaldi e João Notini; e por fim, foi citado a farmácia do senhor Máximo em 1929. Nomes citados: Felix Fernandes, Pio barbeiro, Halim Souki, Deolino de Oliveira, Dona Cininha, Dona Venesa, Dona Didi Guimarães, Dona Oráide; Salim Aires, Dona Henriqueta Ferreira, Manoel Bigode, Joaquim Bigode, Pedro Gontijo, Alonso Epifânio, Zacarias Guimarães, Doutor Sebastião, Doutor Oswaldo, Isauro Ferreira da Silva, Doutor Zózimo, Latife, João Notini, Dona Odete, Jovelino Rabelo, Camilo Rinaldi, Senhor Máximo.

Observações:
Mais fotos do mesmo documento

Em Redes

Acompanhe todas as novidades do projeto em redes através da nossa página no Facebook. Basta curtir abaixo e receber todas nossas publicações.

Últimas fotos Cadastradas

  • Coleção: Jornal A Semana

    Gênero: Periódico

  • Coleção: Jornal A Semana

    Gênero: Periódico

  • Coleção: Jornal A Semana

    Gênero: Periódico

Fotos Mais Acessadas